Um professor de anatomia afirmou categoricamente à sua classe: “A parte mais sensível do corpo humano é o bolso”. Tem sentido a colocação desse mestre, pois o que vemos e ouvimos falar de pessoas que "não abrem a mão nem para dar bom dia", e que "não jogam peteca para não abrir a mão" não é brincadeira! São vidas marcadas pelo espírito da miséria! Criaturas torturadas dia e noite por causa do vil metal!
D. L. Moody afirmou: “Não é necessário mais do que quinze minutos para saber onde o homem está depositando o seu tesouro, se na terra ou no céu”. O que se faz necessário para termos uma relação amigável e saudável com essa vitrine tão fascinante chamada dinheiro?
Em primeiro lugar, abrindo a mão para o Reino de Deus
Experimente dar para a obra de Deus ofertam nunca dadas!
Honrem a Deus como os Magos fizeram, presenteando a Jesus com ouro, incenso e mirra (MT. 2). Tenha a preciosa alegria de fazer o que a viúva pobre fez (Mc. 41-44).
Atreva-se a quebrar o seu “alabastro” aos pés do Mestre da vida (Jo. 12).
Deus, mais do que as mãos, escancarará as janelas dos seus sonhos na sua vida. Ele mesmo disse: “...fazei prova de mim...e Eu abrirei as janelas dos céus”.
É preciso abrir o coração. Salomão disse: “A alma generosa prosperará (Ec. 11.25). Ouçamos o conselho de Paulo “... “O que semeia com fartura com abundância também ceifará” (2 Co 9.6).
Em segundo lugar, abrindo a mão conforme o Espírito te ordenar.
Conta-se que um homem muito rico fazia uma viagem de navio. De repente, uma tempestade começa a assolar o navio e todos entram em pânico. O homem, no seu desespero, faz um voto ao seu deus: “Ah, se você me tirar desta, se eu sair é e salvo, lhe darei a metade dos meus bens”.
Dali a pouco, as coisas vão se acalmando, o mar voltando ao seu estado normal, o vento se aquietando... O milionário miserável diz: “O meu deus não é capitalista. Ele quer o meu coração. Com certeza, ele não aceitará a metade dos meus bens, ele não precisa deles. Vou dar-lhe mil camelos. Mil camelos! Não! Ele não vai querê-los, será impossível dar conta de montar em tantos camelos. Darei cinco vacas gordas, das melhores que tenho aquelas de raça, isto mesmo! Cinco vacas gordas! Não, o que é isto! Isto é muita carne para o açougue do meu senhor. Ele não vai querer estas vacas, pois com certeza acabará caindo no pecado da ‘carne’... Já sei! Vou oferecer-lhe o animal de estimação da minha esposa... Isto mesmo!”.
Nisso, a viagem acabou e o homem chega a casa, feliz da vida, são e salvo, e conta tudo à esposa: a viagem, a tempestade, os perigos e o voto que fizera ao seu deus. A esposa o interrompe e diz: “Amor, você teve a coragem de prometer o meu animal de estimação sem falar comigo? Não, amor, eu não concordo!”
“O que temos então nos nossos depósitos?”, perguntou o homem. “Temos amendoins, fresquinhos e bem novinhos. Por que não encher um cesto e o oferecer como gratidão em um templo, como pagamento desse seu voto?” “Boa idéia!” O homem toma o cesto cheio de amendoins e entra no seu carro em direção ao templo. Como o percurso era distante, distrai-se e começa a experimentar os amendoins... Para ver se seu deus ficaria satisfeito com a oferta. Experimentando os amendoins enquanto viajava, chega ao templo. Ao pegar o cesto para fazer a oferta... Que decepção - só havia cascas!
Faça uma coisa a partir de hoje: pegue o resto, as cascas, e jogue na cara do Diabo. Agora, para Deus dê sempre o melhor – pois, o melhor que ele tinha, ofereceu-nos na cruz, a maior oferta de todos os tempos: o seu filho Jesus!